quarta-feira, 1 de junho de 2011

Formação e Organização do território brasileiro - Turma 3201 - Olavo Bilac


Mapa de ocupação estabelecido de acordo com o Tratado de Tordesilhas.
O território do Brasil ocupa uma área de 8 514 876 Km2. Devido à extensão territorial o Brasil é considerado um país continental por ocupar grande parte do continente da América do Sul, o país se encontra em quinto lugar em tamanho de território.

A população brasileira está irregularmente distribuída, pois grande parte da população habita em região litorânea do território, onde se encontram as maiores cidades do país. Isso nada mais é do que herança histórica, a forma com que o Brasil foi povoado, os primeiros núcleos urbanos surgiram no litoral.

Até o século XVI o Brasil possuía apenas a área estabelecida pelo Tratado de Tordesilhas, assinado em 1494 por Portugal e Espanha, tratado que dividia as terras da América do Sul entre Portugal e Espanha.

Os principais acontecimentos históricos que contribuíram para o povoamento do país foram:

No século XVI: A ocupação se limitava ao litoral, a principal atividade econômica desse período foi o cultivo de cana para produzir o açúcar, produto muito apreciado na Europa, a produção era destinada a exportação. As propriedades rurais eram grandes extensões de terra que era cultivada com força de trabalho escrava. O crescimento da exportação urbanizou o litoral com os primeiros centros urbanos, as cidades portuárias.

Século XVII e XVIII: Foi marcado pela produção pastoril que adentrou a oeste do país, e também, descoberta de jazidas de ouro e diamante nos estados de Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso, esse período foi chamado de aurífero, no qual fez surgir várias cidades.

Século XIX: No século XIX a atividade que contribuiu para o processo de urbanização foi a produção de café, principalmente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, essa atividade contribuiu para o surgimento de várias cidades

TERRORISMO - 2 ano CNEC

O terrorismo é o nome dado a protestos violentos realizados por grupos ou indivíduos que objetivam transformar ordens do governo, bem como o próprio governo, por meio do pânico, gerando decisões precipitadas e radicais.
Nos dias atuais o terrorismo é visto e praticado de forma diferente com que se manifestava antigamente, pois exige planejamento, objetivos em foco, recursos financeiros e a presença de guerreiros. Acredita-se que atos terroristas são financiados por pessoas bem sucedidas que simpatizam com o movimento, por pessoas ligadas ao governo que tentam secretamente destruir algo e ainda pessoas envolvidas com o tráfico de drogas. Os terroristas utilizam explosivos, gases nocivos, vírus, bactérias, materiais radioativos, armamentos atômicos e ainda seqüestros e assassinatos.
Os principais grupos terroristas são:
Al Qaeda: Liderado por Bin Laden,
Hamas: Contrário aos judeus;
Jihad Islâmico: Organização religiosa contra palestinos,
Hezbollah: Islâmicos contra a intervenção ocidental em região islâmica.
O principal ato terrorista ou o mais focado foi o ocorrido em 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos, contra as duas torres do World Trade Center e o Pentágono. Dois aviões seqüestrados pela Al Qaeda (supostamente) se chocaram contra as torres gêmeas e posteriormente um se chocou contra o Pentágono para intimidar o governo norte-americano, que respondeu aos atentados atacando as montanhas do Afeganistão que abrigava Osama Bin Laden, líder da Al Qaeda.

terça-feira, 31 de maio de 2011

C-40

Cúpula de prefeitos discute soluções sustentáveis para cidades

C40 São Paulo Summit reúne 47 prefeitos e representantes de cidades em todo mundo para troca de experiências

iG São Paulo | 31/05/2011 18:33
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Foto: Arte iG
Prefeitos e representantes de 47 cidades se reúnirão em São Paulo entre quarta (1º) e quinta-feira (2) para discutir práticas sustentáveis em cidadess. Entre os temas abordados estão eficiência energética, energia renovável, cidades compactas, lixo, trânsito e emissões de carbono.
Realizada de dois em dois anos, a C-40 Large Cities Climate Leadership Group reúne as maiores cidades do mundo para a discussão do papel dos governos locais no combate às mudanças climáticas. Depois de edições em Londres, Nova York e Seoul a reunião será realizada em São Paulo, sua primeira vez na América do Sul.
De acordo com prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, o evento é uma oportunidade de dar visibilidade as cidades. Perguntado como uma cidade do tamanho de São Paulo pode tirar proveito de experiências de outras cidades menores, Kassab afirmou que “esta é a razão da homenagem a São Paulo que, com todo o conjunto de dificuldades, consegue implantar medidas sustentáveis”, disse.
O prefeito afirma que as medidas que servem de cartão de visitas para o evento são a inspeção veicular, plantio de árvores, a captação e conversão em energia dos gases dos aterros São João e Bandeirantes e a aprovação, em 2009, da Política Municipal para Mudanças Climáticas.
No entanto, Kassab afirmou não ter em vista nenhum projeto de outra cidade para que seja adaptado à metrópole brasileira. Na programação do encontro está prevista a apresentação de cinco plenárias e 16 sessões sobre temas como construção sustentável, transporte público com baixa emissão de gases causadores do efeito estufa, taxação de impostos verdes, pedágios urbanos, drenagem urbana e adaptação.

C40 em São Paulo
Neste edição, a reunião terá presença do ex-presidente americano Bill Clinton; o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, e o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, titular do comitê principal da rede mundial de prefeitos.
O comitê integra São Paulo, Nova Délhi, Berlim, Johanesburgo, Londres, Los Angeles, Nova York, Toronto e Tóquio.
Bloomberg e o prefeito anfitrião, Gilberto Kassab, participaram nesta terça-feira de um plantio de árvores em massa no Parque do Ibirapuera, o principal pulmão verde de São Paulo.

Na sexta-feira, as delegações visitarão diferentes projetos de desenvolvimento sustentável em São Paulo, a maior cidade sul-americana com cerca de 20 milhões de habitantes em sua área metropolitana.
Para abrigar a conferência, a Prefeitura de São Paulo dispôs de ônibus e automóveis movidos a biodiesel e etanol para o transporte interno das delegações.

- Como está o tráfico de drogas no Brasil e no mundo?

A primeira questão que o governo precisa descobrir para obter sucesso no combate ao uso e ao tráfico de drogas, é saber quem é causa e quem é conseqüência.

A questão principal é: usa-se drogas porque elas estão à venda?... Ou vende-se drogas porque existe a procura?... Se o governo descobrir e concentrar os esforços diretamente sobre as causas, as conseqüências também cessarão.

Analise o exemplo abaixo e talvez ele nos ajude a descobrir as respostas corretas: Imagine um jovem pobre, com pouca instrução, morador de favela, sem perspectivas de bom emprego e que eventualmente passe necessidades. Imagine outro jovem, porém rico, morador de bairro chique e que normalmente tem tudo o que deseja. Aconteceu de um deles se transformar em traficante e do outro se transformar em viciado. Considerando as características brasileiras qual dos dois se tornou o traficante?

Parece elementar que foi o jovem que mais precisava de dinheiro, o jovem pobre da favela. Parece compreensível também que o jovem rico tenha se inclinado por prazeres alucinantes, uma vez que já tinha de tudo e poderia estar enfadado dos prazeres comuns. A grande questão é saber quem induz a quem a se envolver com as drogas. Será que foi o jovem pobre, e de pouca educação que convenceu o jovem rico, ou será que foi o jovem rico e de muita educação que convenceu o jovem pobre?

A segunda questão é: Considerando a realidade brasileira, que tipo de influência um traficante de favela poderia exercer sobre famosas atrizes, cantores e personalidades artísticas em geral, levando-os ao vício e a dependência?... Seria, amostras grátis?... Quem realmente procura quem?...

No passado, os Estados Unidos deram grandes ensinos ao mundo (democracia, liberdade, missões cristãs, etc.), mas nesta questão de drogas pecaram gravemente. O jovem colombiano, responsabilizado por produzir, não tem capacidade de enfiar cocaína “nariz adentro” do jovem americano. Mas, o jovem americano, tem capacidade de comprar qualquer tipo de serviço do pobre colombiano. As autoridades americanas sabem disso muito bem e não podem se fazer de ingênuas.

Na época da guerra fria, entre a liberdade propagandeada pelos Estados Unidos e o comunismo propagandeado pela União Soviética, era compreensível que as autoridades americanas, querendo preservar a boa imagem da liberdade diante do mundo, tenham colocado toda a culpa das drogas nas costas dos que as comercializavam, considerando os jovens que consumiam como simples vítimas. Agiram assim porque não queriam dar motivos para a antiga União Soviética criticar a liberdade e usar este problema, como pretexto, para fazer propaganda do comunismo ateísta. Praticamente o mundo inteiro seguiu aos Estados Unidos nessa definição de que o traficante seria o único culpado. A partir dessa ocasião boa parte do mundo tem crucificado pessoas que necessitam de dinheiro para sobreviver, e absolvido pessoas que também, contrariando a lei, se envolvem em prazeres alucinantes apenas para se divertir e se ocupar.

Se a dependência química é uma necessidade incontrolável e, por isso, merece compreensão, então o que merece a dependência de alimento dos favelados?

É verdade que um viciado sem drogas sente dores, mas um faminto sem alimentos sente a morte. A qual dos dois devemos compreender por se envolver com drogas?... Ao que vende para alimentar a si e sua família, ou ao que consome, irresponsavelmente, para deliciar a si mesmo?

É importante lembrarmos que a população pobre da favela não dispõe de muitas alternativas para se sustentar. Na realidade, a grande maioria tem que se sujeitar aos míseros trabalhos, lícitos ou ilícitos, que a população de posses lhes oferece ou lhes encomenda.

Portanto, precisamos combater o problema das drogas sem tratar os consumidores adultos como “coitadinhos”. Eventualmente eles podem ser vítimas, mas, na maioria das vezes eles são a causa da existência e do comércio de drogas. Se eles não consumissem, pagando altos preços, não existiria droga nenhuma sendo fabricada ou comercializada. (Até mesmo os grandes traficantes são conseqüência e não causa). Por isso, temos que estabelecer adequada punição para todos (para quem vende e para quem compra). Assim, seremos bem-sucedidos neste combate e reduziremos causas e conseqüências. Ser tolerante com os drogados pode até ser importante para sua recuperação pessoal. Entretanto, discipliná-los adequadamente é muito mais importante para toda a sociedade.

Em função da dificuldade prática, de se saber quem é traficante e quem é consumidor, temos que formular uma punição compatível com a desobediência de ambos. Tal punição deve ser a mesma para consumidor e traficante e não deve conter exageros nem benevolências. A sugestão do autor é punir a todos com 90 dias de prisão mais multa de 40 vezes o valor da droga que o infrator estivesse portando, (duplicando a pena a cada nova reincidência). Isso seria mais justo e mais eficiente que as penalidades atuais. Além disso, amenizaria o descontentamento dos favelados e solucionaria, de fato, o problema das drogas trazendo paz à sociedade.

domingo, 29 de maio de 2011

2301 - FELIPE TIAGO GOMES- SUSTENTABILIDADE

Define-se por Desenvolvimento Sustentável um modelo econômico, político, social, cultural e ambiental equilibrado, que satisfaça as necessidades das gerações atuais, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazer suas próprias necessidades. Esta concepção começa a se formar e difundir junto com o questionamento do estilo de desenvolvimento adotado, quando se constata que este é ecologicamente predatório na utilização dos recursos naturais, socialmente perverso com geração de pobreza e extrema desigualdade social, politicamente injusto com concentração e abuso de poder, culturalmente alienado em relação aos seus próprios valores e eticamente censurável no respeito aos direitos humanos e aos das demais espécies.
O conceito de sustentabilidade comporta sete aspectos principais, a saber:

  • Sustentabilidade Social - melhoria da qualidade de vida da população, eqüidade na distribuição de renda e de diminuição das diferenças sociais, com participação e organização popular;
  • Sustentabilidade Econômica - públicos e privados, regularização do fluxo desses investimentos, compatibilidade entre padrões de produção e consumo, equilíbrio de balanço de pagamento, acesso à ciência e tecnologia;
  • Sustentabilidade Ecológica - o uso dos recursos naturais deve minimizar danos aos sistemas de sustentação da vida: redução dos resíduos tóxicos e da poluição, reciclagem de materiais e energia, conservação, tecnologias limpas e de maior eficiência e regras para uma adequada proteção ambiental;
  • Sustentabilidade Cultural - respeito aos diferentes valores entre os povos e incentivo a processos de mudança que acolham as especificidades locais;
  • Sustentabilidade Espacial - equilíbrio entre o rural e o urbano, equilíbrio de migrações, desconcentração das metrópoles, adoção de práticas agrícolas mais inteligentes e não agressivas à saúde e ao ambiente, manejo sustentado das florestas e industrialização descentralizada;
  • Sustentabilidade Política - no caso do Brasil, a evolução da democracia representativa para sistemas descentralizados e participativos, construção de espaços públicos comunitários, maior autonomia dos governos locais e descentralização da gestão de recursos;
  • Sustentabilidade Ambiental - conservação geográfica, equilíbrio de ecossistemas, erradicação da pobreza e da exclusão, respeito aos direitos humanos e integração social. Abarca todas as dimensões anteriores através de processos complexos.

Define-se por Desenvolvimento Sustentável um modelo econômico, político, social, cultural e ambiental equilibrado, que satisfaça as necessidades das gerações atuais, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazer suas próprias necessidades. Esta concepção começa a se formar e difundir junto com o questionamento do estilo de desenvolvimento adotado, quando se constata que este é ecologicamente predatório na utilização dos recursos naturais, socialmente perverso com geração de pobreza e extrema desigualdade social, politicamente injusto com concentração e abuso de poder, culturalmente alienado em relação aos seus próprios valores e eticamente censurável no respeito aos direitos humanos e aos das demais espécies.

O grande marco para o desenvolvimento sustentável mundial foi, sem dúvida a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro em junho de 1992 (a Rio 92), onde se aprovaram uma série de documentos importantes, dentre os quais a Agenda 21, um plano de ação mundial para orientar a transformação desenvolvimentista, identificando, em 40 capítulos, 115 áreas de ação prioritária. A Agenda 21 apresenta como um dos principais fundamentos da sustentabilidade o fortalecimento da democracia e da cidadania, através da participação dos indivíduos no processo de desenvolvimento, combinando ideais de ética, justiça, participação, democracia e satisfação de necessidades. O processo iniciado no Rio em 92, reforça que antes de se reduzir a questão ambiental a argumentos técnicos, deve-se consolidar alianças entre os diversos grupos sociais responsáveis pela catalisação das transformações necessárias.

Dentre alguns dos focos discriminados na Agenda 21, podemos destacar:

  • cooperação internacional
  • combate à pobreza
  • mudança dos padrões de consumo
  • habitação adequada
  • integração entre meio ambiente e desenvolvimento na tomada de decisões
  • proteção da atmosfera
  • abordagem integrada do planejamento e do gerenciamento dos recursos terrestres
  • combate ao desflorestamento
  • manejo de ecossistemas frágeis: a luta contra a desertificação e a seca
  • promoção do desenvolvimento rural e agrícola sustentável
  • conservação da diversidade biológica
  • manejo ambientalmente saudável dos resíduos sólidos e questões relacionadas com os esgotos
  • fortalecimento do papel das organizações não-governamentais: parceiros para um desenvolvimento sustentável
  • iniciativas das autoridades locais em apoio à agenda 21
  • a comunidade científica e tecnológica
  • fortalecimento do papel dos agricultores
  • transferência de tecnologia ambientalmente saudável, cooperação e fortalecimento institucional
  • a ciência para o desenvolvimento sustentável
  • promoção do ensino, da conscientização e do treinamento

Correção dos exercícios - 8 ano 2801/2802 - OLAVO BILAC


Resolução dos exercícios – 8º ano- Olavo Bilac

Pg. 8- Verificando o que aprendemos

1) América Anglo-Saxônica e América Latina ( complemento pessoal)
2) O idioma , Espanhol e Português
3)
a) México
b) Honduras, Guatemala, El Salvador, Nicarágua, Belize, Costa Rica e Panamá
maior país insular – Cuba

4)
a) Pacífico e Atlântico
b) Brasil e Argentina
c) Equador e Chile
d) resposta pessoal

Pg 9 – Pensando sobre o tema

1) Atividade agrícola
2 ) resposta pessoal
3) Situação de exploração

Verificando o que aprendemos

1) Foram formadas a partir de colônias de exploração e serviam para atender os interesses da metrópole, com concentração maior da população perto do litoral, e com miscigenação de raças.

2) Cultivo de gêneros alimentícios para exportação, uso dos melhores solos para essa prática agrícola,

pg 12 – pensando sobre o tema

a) Condomínios de alto luxo, ao lado de favelas
b) Resposta pessoal

pg 12 – Verificando o que aprendemos

1) Sim , os vários ciclos econômicos como o da cana de açúcar, do café , da borracha sempre foram para atender as exportações , hoje temos a soja, o algodão, produtos alimentícios ( frutas tropicais) entre outros.

2) Taxa de analfabetismo alta em alguns países, renda per - capita baixa, e ma distribuição de renda

Pg. 13 Verificando o que aprendemos

1) Por que em uma democracia, existem sindicatos livres , eleições periódicas, liberdade de imprensa, o que incomoda as elites que usufruem de privilegio e obtém vantagens.
2) Fazendo uma política de assistencialismo, dando a impressão que querem melhorar a vida dos cidadãos, quando na realidade o que querem é atender aos próprios interesses.

3) Os coronéis do nordeste tinham uma relação de posse com seus empregados, alem de serem autoridades econômicas e políticas, determinando em períodos de eleição em quem seus empregados e familiares deveriam votar.

pg 13 Verificando o que aprendemos

1) Porque alguns países da América Latina tem economias frágeis, que dependem de um único produto agrícola como fonte de exportação, com por exemplo a banana .

pg. 14 Verificando o que aprendemos

1)
a) Porque os países da América Latina possuem várias características em comum.
b) resposta pessoal
c) resposta pessoal

Dia do Geógrafo - 29 de Maio